
Mexe os ombros para as dificuldades. Com o rosto bem iluminado, não da luz que entra, mas que lá reside. O sol apenas acompanha suas vestes. Eu o garoto que sente e quer ter braços maiores para a segurar com mais força. Cada momento é único e não dependem uns dos outros pra serem felizes. O impensável levemente substituído pelo passeio da borboleta. E a atenção está nela. Não no que foge do cotidiano e não imaginam que a realidade também é magia. Momentos riem do insólito inventado. Só dão o ar da graça a quem dispensa interpretações. E com o tempo, mesmo que sem explicação, o surreal se torna cotidiano, simples e essencial. E o impressionista, perdido em borrões, não entende o sonho e vive míope ao simples.
Nota: esse texto foi editado, sendo apenas parte do original.
Um comentário:
Você tem um elo de ligação entre você, sua alma e as letras. Parece-me que você não tem vergonha ou se inibe de orgulho ao escrever. Isso faz parte de você.
Sem querer ser poetisa em minhas colocações,parabéns.
Postar um comentário