ai ai, velha diferenciação aristotélica entre potência e ato...
que entende de eletrônica sabe que é possível sim simular com perfeição os analógicos, em teoria. em teoria, pq vc precisaria de tecnologia tão avançada para imitar a onda igual, que, até o presente momento, não é economicamente viável.
enfim, na minha opinião, nas modulações tem tudo pra os digitais desbancarem os analógicos, até porque a tecnologia permite em muito expandir os limites por aí. Quanto a distorções, acho que vai demorar muito ainda, se é que um dia o analógico vai ficar obsoleto realemnte.
alias caso isso aconteça, temos outro problema: os grandes efeitos digitais em maioria são simulácros de efeitos analógicos. se estes caírem em desuso, o que os digitais vão imitar. é só conferir os efeitos próprios da line 6 pra ver que criatividade não é lá o forte deles, é mais emulação mesmo.
terça-feira, setembro 26, 2006
segunda-feira, setembro 11, 2006
Depois e Antes de Viajar
Descubro que o silêncio é uma virtude. Nem todos os silenciosos sabem disso, por certo, e 90% dos tagarelas como eu achariam a afirmação inverídica. Mas uma das poucas vantagens de se ficar mais velho é duvidar dos estereótipos. Saber que nada é tão preto e branco que não se possa construir em tons de cinza. E fico dos mais satisfeitos por ser essa soma de contradições inexatas.
Porque a gente pensa demais, quer muita coisa, mas nem imagina outras. A gente se dá por vencido muito fácil e não se dá ao direito de pedir demais da vida. Eu costumava exagerar nos pedidos e ainda assim ganhei mais do que o esperado. Do que o merecido, também. O que é muito bom, porque o silêncio dela me olhando com aquele sorriso feliz não tem preço, nem no pensamento.
Descubro um sentimento inventado a partir do barulho do meu coração, melhor que o da TV. Que faz sentido e esquenta minhas orelhas. Que às vezes me aborrece por não ter chegado antes. Mas, como no cinema, tudo é questão de timing. Não importa o enredo quando a seqüência é bem construída e, às vezes, só quando a gente tira o som é que se percebe a pureza dos olhares.
Porque a gente pensa demais, quer muita coisa, mas nem imagina outras. A gente se dá por vencido muito fácil e não se dá ao direito de pedir demais da vida. Eu costumava exagerar nos pedidos e ainda assim ganhei mais do que o esperado. Do que o merecido, também. O que é muito bom, porque o silêncio dela me olhando com aquele sorriso feliz não tem preço, nem no pensamento.
Descubro um sentimento inventado a partir do barulho do meu coração, melhor que o da TV. Que faz sentido e esquenta minhas orelhas. Que às vezes me aborrece por não ter chegado antes. Mas, como no cinema, tudo é questão de timing. Não importa o enredo quando a seqüência é bem construída e, às vezes, só quando a gente tira o som é que se percebe a pureza dos olhares.
Assinar:
Postagens (Atom)